Estamos no 2.º Domingo do Advento e continuamos a caminhar e a preparar-nos para o Natal.
A liturgia deste domingo convida-nos a despir-nos dos valores efémeros e egoístas a que, às vezes, damos uma importância excessiva e a realizar uma revolução da nossa mentalidade, de forma a que, os valores fundamentais que marcam a nossa vida sejam os valores do “Reino”.
A questão dominante que o Evangelho de hoje nos apresenta é a da conversão. Não é possível acolher “o Senhor que vem” se o nosso coração estiver cheio de egoísmo, de orgulho e preocupação com os bens materiais…
É preciso, portanto, uma mudança da nossa mentalidade, dos nossos valores, dos nossos comportamentos, das nossas atitudes e das nossas palavras; é preciso um despojamento de tudo o que rouba espaço ao “Senhor que vem”.
Todos nós, batizados, recebemos de Jesus a proposta do “Reino”, sendo, desde esse dia, o rosto visível de Cristo no meio dos homens e, por isso, devemos dar testemunho de união, de amor, de partilha e de harmonia, acolhendo e ajudando os irmãos mais débeis, a exemplo de Jesus.
Nesta caminhada que estamos a fazer, com Maria e José, até ao Natal, sempre inspirados na Liturgia, vamos hoje colocar na nossa árvore os animais do presépio. Os animais do presépio representam as criaturas da terra, que também acolhem o Filho de Deus e simbolizam simplicidade e humildade do local onde Jesus quis nascer.


Acendemos a segunda vela da coroa do Advento. Esta vela representa a luz da esperança que brilha em nós. Quando Jesus vier queremos estar vigilantes na esperança.


Hoje levamos, para colocar na nossa árvore de Natal, os animais que aqueceram o Menino Jesus na manjedoura. Eles acolheram e aqueceram Jesus, sejamos também nós capazes de O acolher, aquecendo-o com o nosso Amor.
Sempre inspirados em Maria, a Senhora do Advento, vamos continuar a rezar, em família, um mistério do rosário. Desta forma preparamos o nosso coração para a vinda de Jesus e respondemos ao apelo à oração, feito por Nossa Senhora em Fátima.


