“Ainda não tinham entendido a Escritura, segundo a qual Jesus devia ressuscitar dos mortos”

A alegria do Domingo de Páscoa ecoa em todo o mundo cristão: este ano há uma feliz coincidência entre o calendário juliano e o gregoriano, ou seja, os cristãos do oriente e do ocidente estão unidos na data que celebra a Páscoa.
Inaugurada a celebração festiva na solene Vigília, a Igreja jamais deixará de cantar durante toda a cinquenta pascal:
“Este é o dia que o Senhor fez: exultemos e cantemos de alegria”.
É uma alegria que, apesar de não dissipar todas as dificuldades, vence de nitivamente as trevas do mal e da morte. Abramos a inteligência e o coração às Escrituras!
JESUS CRIATI RESSUSCITOU: RESSOE EM TODO O MUNDO O GRITO DA NOSSA FÉ!
Ano mariano: oração
“Durante esta semana, far-nos-á bem pegar no Livro do Evangelho e ler os capítulos que falam sobre a Ressurreição de Jesus. Far-nos-á muito bem! Pegai no Livro, procurai os capítulos e leiam-nos. Durante esta semana far-nos-á
bem pensar também na alegria de Maria, Mãe de Jesus. Do mesmo modo como
a sua dor foi íntima, a ponto de trespassar a sua alma, assim a sua alegria foi íntima e profunda, e dela os discípulos podiam haurir. Tendo passado através da experiência de morte e ressurreição do seu Filho, vistas na fé como a expressão suprema do amor de Deus, o Coração de Maria tornou-se um manancial de paz, consolação, esperança e misericórdia. Todas as prerrogativas da nossa Mãe derivam daqui, da sua participação na Páscoa de Jesus. Desde sexta-feira até à aurora de Domingo, Ela não perdeu a esperança: pudemos contemplá-la como Mãe das dores mas, ao mesmo tempo, como Mãe de esperança. Ela, Mãe de todos os discípulos, Mãe da Igreja, é também Mãe de esperança. A Ela, testemunha silenciosa da morte e da ressurreição de Jesus, peçamos que nos introduza na alegria pascal” (Francisco, Angelus de 21 de Abril de 2014).
Adaptado da reflexão preparada por Laboratório da Fé <www.laboratoriodafe.net>
