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“COM MARIA, MISSIONÁRIOS DA MISERICÓRDIA” Na conclusão do Ano da Misericórdia, os Jovens Sem Fronteiras e Catequese, convidam toda a …
17 Segunda-feira Out 2016
Posted in Ano da Misericórdia, Catequese, Celebrações, Jovens sem Fronteiras
≈ Comentários Desativados em Vigília Missionária, próxima sexta-feira, dia 21 de outubro de 2016
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“COM MARIA, MISSIONÁRIOS DA MISERICÓRDIA” Na conclusão do Ano da Misericórdia, os Jovens Sem Fronteiras e Catequese, convidam toda a …
30 Sexta-feira Set 2016
Posted in Ano da Misericórdia, Celebrações
≈ Comentários Desativados em SEMANA SANTA – JUBILEU DA MISERICÓRDIA
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MARAVILHOSO! PARABÉNS! É com estas palavras que registo o que vi e senti durante a Semana Santa da Misericórdia, desde …
18 Domingo Set 2016
Posted in Ano da Misericórdia, Celebrações
≈ Comentários Desativados em Semana Missionária da Misericórdia – ACOLHIMENTO DA CRUZ SANTA
Hoje, saudamos e acolhemos a Cruz Santa da Misericórdia.
Participemos nas Conferências e Eucaristias ao longo desta SEMANA MISSIONÁRIA DA MISERICÓRDIA.
A peregrinação é um sinal peculiar no Ano Santo, enquanto ícone do caminho que cada pessoa realiza na sua existência. A vida é uma peregrinação e o ser humano é viator, um peregrino que percorre uma estrada até à meta anelada.
Também para chegar à Porta Santa, tanto em Roma como em cada um dos outros lugares, cada pessoa deverá fazer, segundo as próprias forças, uma peregrinação. Esta será sinal de que a própria misericórdia é uma meta a alcançar que exige empenho e sacrifício.
Por isso, a peregrinação há-de servir de estímulo à conversão: ao atravessar a Porta Santa, deixar- nos-emos abraçar pela misericórdia de Deus e comprometer-nos-emos a ser misericordiosos com os outros como o Pai o é connosco.
O Senhor Jesus indica as etapas da peregrinação através das quais é possível atingir esta meta: « Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados. Dai e ser-vos-á dado: uma boa medida, cheia, recalcada, transbordante será lançada no vosso regaço. A medida que usardes com os outros será usada convosco » (Lc 6, 37-38). Ele começa por dizer para não julgar nem condenar. Se uma pessoa não quer incorrer no juízo de Deus, não pode tornar-se juiz do seu irmão. É que os homens, no seu juízo, limitam-se a ler a superfície, enquanto o Pai vê o íntimo. Que grande mal fazem as palavras, quando são movidas por sentimentos de ciúme e inveja! Falar mal do irmão, na sua ausência, equivale a deixá-lo mal visto, a comprometer a sua reputação e deixá-lo à mercê das murmurações. Não julgar nem condenar significa, positivamente, saber individuar o que há de bom em cada pessoa e não permitir que venha a sofrer pelo nosso juízo parcial e a nossa pretensão de saber tudo. Mas isto ainda não é suficiente para se exprimir a misericórdia. Jesus pede também para perdoar e dar. Ser instrumentos do perdão, porque primeiro o obtivemos nós de Deus. Ser generosos para com todos, sabendo que também Deus derrama a sua benevolência sobre nós com grande magnanimidade.
Misericordiosos como o Pai é, pois, o « lema » do Ano Santo. Na misericórdia, temos a prova de como Deus ama. Ele dá tudo de Si mesmo, para sempre, gratuitamente e sem pedir nada em troca. Vem em nosso auxílio, quando O invocamos. É significativo que a oração diária da Igreja comece com estas palavras: « Deus, vinde em nosso auxílio! Senhor, socorrei-nos e salvai-nos » (Sal 70/69, 2). O auxílio que invocamos é já o primeiro passo da misericórdia de Deus para connosco. Ele vem para nos salvar da condição de fraqueza em que vivemos. E a ajuda d’Ele consiste em fazer-nos sentir a sua presença e proximidade. Dia após dia, tocados pela sua compaixão, podemos também nós tornar-nos compassivos para com todos.
(…)
Neste Ano Jubilar, que a Igreja se faça eco da Palavra de Deus que ressoa, forte e convincente, como uma palavra e um gesto de perdão, apoio, ajuda, amor. Que ela nunca se canse de oferecer misericórdia e seja sempre paciente a confortar e perdoar. Que a Igreja se faça voz de cada homem e mulher e repita com confiança e sem cessar: « Lembra-te, Senhor, da tua misericórdia e do teu amor, pois eles existem desde sempre » (Sl 25/24, 6).
in Misericordiae Vultus
– O ROSTO DA MISERICÓRDIA – BULA DE PROCLAMAÇÃO
DO JUBILEU EXTRAORDINÁRIO DA MISERICÓRDIA
– Papa Francisco 11 de abril de 2015