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III DOMINDO DO ADVENTO – Domingo da ALEGRIA e Celebração da FESTA DA PALAVRA (4.° ano)

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Alegremo-nos e exultemos de alegria, o Senhor está perto!  Celebramos, hoje, o 3. º Domingo do Advento, domingo da Alegria, …

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EVANGELHO DO I DOMINGO DO ADVENTO

Ano A

27 de novembro de 2016

«Vigiai, para que estejais preparados»

 

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A liturgia deste domingo apresenta um apelo veemente à vigilância. O cristão não deve instalar-se no comodismo, na passividade, no desleixo, na rotina; mas deve caminhar,   sempre atento e sempre vigilante, preparado para acolher o Senhor que vem e para responder aos seus desafios.

A primeira leitura convida os homens – todos os homens, de todas as raças e nações – a dirigirem-se à montanha onde reside o Senhor… É do encontro com o Senhor e com a sua Palavra que resultará um mundo de concórdia, de harmonia, de paz sem fim.

A segunda leitura recomenda aos crentes que despertem da letargia que os mantém presos ao mundo das trevas (o mundo do egoísmo, da injustiça, da mentira, do pecado), que se   vistam da luz (a vida de Deus, que Cristo ofereceu a todos) e que caminhem, com alegria e esperança, ao encontro de Jesus, ao encontro da salvação.

O Evangelho apela à vigilância. O crente ideal não vive mergulhado nos prazeres que alienam, nem se deixa sufocar pelo trabalho excessivo, nem adormece numa passividade que lhe rouba as oportunidades; o crente ideal está, em cada minuto que passa, atento e vigilante, acolhendo o Senhor que vem, respondendo aos seus desafios, cumprindo o seu papel, empenhando-se na construção do “Reino”.

Mostrai-nos, Senhor, a vossa misericórdia
e dai-nos a vossa salvação.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus

 (Mt 24, 37-44)

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Como aconteceu nos dias de Noé, assim sucederá na vinda do Filho do homem. Nos dias que precederam o dilúvio, comiam e bebiam, casavam e davam em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca; e não deram por nada, até que veio o dilúvio, que a todos levou. Assim será também na vinda do Filho do homem. Então, de dois que estiverem no campo, um será tomado e outro deixado; de duas mulheres que estiverem a moer com a mó, uma será tomada e outra deixada. Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia virá o vosso Senhor. Compreendei isto: se o dono da casa soubesse a que horas da noite viria o ladrão, estaria vigilante e não deixaria arrombar a sua casa. Por isso, estai vós também preparados, porque na hora em que menos pensais, virá o Filho do homem.

Fonte: URL: <http://www.dehonianos.org/portal/dia-liturgia/01o-domingo-do-advento-ano-a/?mc_id=978&gt;

EVANGELHO DO XXXIV DOMINGO DO TEMPO COMUM

Ano C

20 de novembro de 2016

«Jesus, lembra-Te de Mim, quando vieres com a tua realeza».

A Palavra de Deus, neste último domingo do ano litúrgico, convida-nos a tomar consciência da realeza de Jesus. Deixa claro, no entanto, que essa realeza não pode ser entendida à maneira dos reis deste mundo: é uma realeza que se exerce no amor, no serviço, no perdão, no dom da vida.

A primeira leitura apresenta-nos o momento em que David se tornou rei de todo o Israel. Com ele, iniciou-se um tempo de felicidade, de abundância, de paz, que ficou na memória de todo o Povo de Deus. Nos séculos seguintes, o Povo sonhava com o regresso a essa era de felicidade e com a restauração do reino de David; e os profetas prometeram a chegada de um descendente de David que iria realizar esse sonho.

A segunda leitura apresenta um hino que celebra a realeza e a soberania de Cristo sobre toda a criação; além disso, põe em relevo o seu papel fundamental como fonte de vida para o homem.

O Evangelho apresenta-nos a realização dessa promessa: Jesus é o Messias/Rei enviado por Deus, que veio tornar realidade o velho sonho do Povo de Deus e apresentar aos homens o “Reino”; no entanto, o “Reino” que Jesus propôs não é um Reino construído sobre a força, a violência, a imposição, mas sobre o amor, o perdão, o dom da vida.

Bendito O que vem em nome do Senhor!

Bendito o reino do nosso pai David!

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus

Lc 23,35-43

Naquele tempo,

os chefes dos judeus zombavam de Jesus, dizendo:

«Salvou os outros: salve-Se a Si mesmo,

se é o Messias de Deus, o Eleito».

Também os soldados troçavam d’Ele;

aproximando-se para Lhe oferecerem vinagre, diziam:

«Se és o Rei dos judeus, salva-Te a Ti mesmo».

Por cima d’Ele havia um letreiro:

«Este é o Rei dos judeus».

Entretanto, um dos malfeitores que tinham sido crucificados

insultava-O, dizendo:

«Não és Tu o Messias?

Salva-Te a Ti mesmo e a nós também».

Mas o outro, tomando a palavra, repreendeu-o:

«Não temes a Deus,

tu que sofres o mesmo suplício?

Quanto a nós, fez-se justiça,

pois recebemos o castigo das nossas más acções.

Mas Ele nada praticou de condenável».

E acrescentou:

«Jesus, lembra-Te de Mim, quando vieres com a tua realeza».

Jesus respondeu-lhe:

«Em verdade te digo: Hoje estarás comigo no Paraíso».


 Fonte: URL:<http://www.dehonianos.org/portal/dia-liturgia/solenidade-de-nosso-senhor-jesus-cristo-rei-do-universo-ano-c/?mc_id=977>

EVANGELHO DO XXXII DOMINGO DO TEMPO COMUM

Ano C

6 de novembro de 2016

“NÃO É UM DEUS DE MORTOS, MAS DE VIVOS.”

lc-2027-38

 

A liturgia deste domingo propõe-nos uma reflexão sobre os horizontes últimos do homem e garante-nos a vida que não acaba.

Na primeira leitura, temos o testemunho de sete irmãos que deram a vida pela sua fé, durante a perseguição movida contra os judeus por Antíoco IV Epifanes. Aquilo que motivou os sete irmãos mártires, que lhes deu força para enfrentar a tortura e a morte foi, precisamente, a certeza de que Deus reserva a vida eterna àqueles que, neste mundo, percorrem, com fidelidade, os seus caminhos.

Na segunda leitura, temos um convite a manter o diálogo e a comunhão com Deus, enquanto esperamos que chegue a segunda vinda de Cristo e a vida nova que Deus nos reserva. Só com a oração será possível mantermo-nos fiéis ao Evangelho e ter a coragem de anunciar a todos os homens a Boa Nova da salvação.

No Evangelho, Jesus garante que a ressurreição é a realidade que nos espera. No entanto, não vale a pena estar a julgar e a imaginar essa realidade à luz das categorias que marcam a nossa existência finita e limitada neste mundo; a nossa existência de ressuscitados será uma existência plena, total, nova. A forma como isso acontecerá é um mistério; mas a ressurreição é uma certeza absoluta no horizonte do crente.

 

Jesus Cristo é o Primogénito dos mortos.

A Ele a glória e o poder pelos séculos dos séculos.

 

 

 Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas

 Lc 20,27-38

 

Naquele tempo,

aproximaram-se de Jesus alguns saduceus

– que negam a ressurreição –

e fizeram-Lhe a seguinte pergunta:

«Mestre, Moisés deixou-nos escrito:

‘Se morrer a alguém um irmão,

que deixe mulher, mas sem filhos,

esse homem deve casar com a viúva,

para dar descendência a seu irmão’.

Ora havia sete irmãos.

O primeiro casou-se e morreu sem filhos.

O segundo e depois o terceiro desposaram a viúva;

e o mesmo sucedeu aos sete,

que morreram e não deixaram filhos.

Por fim, morreu também a mulher.

De qual destes será ela esposa na ressurreição,

uma vez que os sete a tiveram por mulher?»

Disse-lhes Jesus:

«Os filhos deste mundo

casam-se e dão-se em casamento.

Mas aqueles que forem dignos

de tomar parte na vida futura e na ressurreição dos mortos,

nem se casam nem se dão em casamento.

Na verdade, já nem podem morrer,

pois são como os Anjos,

e, porque nasceram da ressurreição, são filhos de Deus.

E que os mortos ressuscitam,

até Moisés o deu a entender no episódio da sarça ardente,

quando chama ao Senhor

‘o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacob’.

Não é um Deus de mortos, mas de vivos,

porque para Ele todos estão vivos».

 

 

Fonte: URL: <http://www.dehonianos.org/portal/dia-liturgia/32o-domingo