Missa de Ação de Graças pelo Ano Catequético

Dia 30 de junho, após uma missa em ação de graças pelo ano catequético que terminou, os catequistas fizeram a passagem de testemunho e balanço do ano que terminou.

Rezamos pelos familiares falecidos de alguns catequistas e pela saúde e recuperação daqueles que se encontram doentes.

Sejamos anunciadores do Evangelho!

 

“Senhor,
chamaste-me a ser Catequista
na Tua Igreja
e na minha Paróquia.
Confiaste-me a missão
de anunciar a Tua Palavra,
de denunciar o pecado,
de testemunhar,
com a minha vida,
os valores do Evangelho.
É pesada, Senhor,
a minha responsabilidade,
mas confio na Tua graça.
Faz-me Teu instrumento
para que venha o Teu Reino,
Reino de amor e de Paz,
de Fraternidade e Justiça.”


 

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Só Deus pode dar Amor, mas tu podes ensinar a amar.

Só Deus é o Caminho, mas tu podes indicá-lo aos outros.

Só Deus é a Luz, mas tu podes fazê-la brilhar.

Só Deus se basta a si mesmo,

Mas quer precisar de ti e contar contigo.

 

EVANGELHO DO DOMINGO XIV DO TEMPO COMUM

ANO C

3 de julho de 2016

 

«A vossa paz repousará sobre eles»

A palavra de Deus tem como fruto a alegria e a paz, tanto para quem a semeia, como para quem a recebe. Os discípulos que Jesus enviou em missão deram testemunho de que era assim. O Senhor já os tinha prevenido disso. Mas a Palavra de Deus continua hoje com o mesmo vigor; por isso, ela oferece, hoje como sempre, aos que a escutam a mesma paz e a mesma alegria.

EVANGELHO – Lc 10, 1-12.17-20

Naquele tempo, designou o Senhor setenta e dois discípulos e enviou-os dois a dois à sua frente, a todas as cidades e lugares aonde Ele havia de ir. E dizia-lhes: «A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi ao dono da seara que mande trabalhadores para a sua seara. Ide: Eu vos envio como cordeiros para o meio de lobos. Não leveis bolsa nem alforge nem sandálias, nem vos demoreis a saudar alguém pelo caminho. Quando entrardes nalguma casa, dizei primeiro: ‘Paz a esta casa’. E se lá houver gente de paz, a vossa paz repousará sobre eles; senão, ficará convosco. Ficai nessa casa, comei e bebei do que tiverem, que o trabalhador merece o seu salário. Não andeis de casa em casa. Quando entrardes nalguma cidade e vos receberem, comei do que vos servirem, curai os enfermos que nela houver e dizei-lhes: ‘Está perto de vós o reino de Deus’. Mas quando entrardes nalguma cidade e não vos receberem, saí à praça pública e dizei: ‘Até o pó da vossa cidade que se pegou aos nossos pés sacudimos para vós. No entanto, ficai sabendo: Está perto o reino de Deus’. Eu vos digo: Haverá mais tolerância, naquele dia, para Sodoma do que para essa cidade». Os setenta e dois discípulos voltaram cheios de alegria, dizendo: «Senhor, até os demónios nos obedeciam em teu nome». Jesus respondeu-lhes: «Eu via Satanás cair do céu como um relâmpago. Dei-vos o poder de pisar serpentes e escorpiões e dominar toda a força do inimigo; nada poderá causar-vos dano. Contudo, não vos alegreis porque os espíritos vos obedecem; alegrai-vos antes porque os vossos nomes estão escritos nos Céus».

(Fonte: Educação Cristã – Arquidiocese de Braga)

Solenidade do nascimento de São João Batista 

João Batista, além da Virgem Maria, é o único santo de quem a Liturgia celebra o nascimento para a terra. João, como “Precursor” de Jesus teve, de fato, um papel único na História da Salvação. Filho de Zacarias e de Isabel, a sua vida não desabrochou por iniciativa humana, mas por dom de Deus a dois pais de idade avançada e, por isso, já sem possibilidade de gerar filhos. Situado na charneira entre o Antigo e o Novo Testamento, como Precursor, João é considerado profeta de um e outro Testamento. O paralelismo estabelecido por Lucas entre a infância de Jesus e de João Batista levou a Liturgia a celebrar o nascimento de ambos: o de Jesus no solstício de Inverno e o de João no solstício de Verão.

Evangelho segundo São Lucas  (1, 57-66.80)

Naquele tempo, chegou o dia em que Isabel devia dar à luz e teve um filho. Os seus vizinhos e parentes, sabendo que o Senhor manifestara nela a sua misericórdia, rejubilaram com ela. Ao oitavo dia, foram circuncidar o menino e queriam dar-lhe o nome do pai, Zacarias. Mas, tomando a palavra, a mãe disse: «Não; há-de chamar-se João.» Disseram-lhe: «Não há ninguém na tua família que tenha esse nome.» Então, por sinais, perguntaram ao pai como queria que ele se chamasse. Pedindo uma placa, o pai escreveu: «O seu nome é João.»E todos se admiraram. Imediatamente a sua boca abriu-se, a língua desprendeu-se-lhe e começou a falar, bendizendo a Deus. O temor apoderou-se de todos os seus vizinhos, e por toda a montanha da Judeia se divulgaram aqueles factos. Quantos os ouviam retinham-nos na memória e diziam para si próprios: «Quem virá a ser este menino?» Na verdade, a mão do Senhor estava com ele.

Entretanto, o menino crescia, o seu espírito robustecia-se, e vivia em lugares desertos, até ao dia da sua apresentação a Israel.

 

O paralelismo estabelecido por Lucas, ao narrar a infância do Batista e a de Jesus é rico sob os pontos de vista literário e teológico. O nascimento de João preanuncia o de Jesus. 

João, ainda no ventre materno, anuncia um outro Menino. O nome de João é prelúdio do de Jesus. O extraordinário evento da maternidade de Isabel prepara outro, o da maternidade de Maria. A missão de João faz-nos pregustar a de Jesus. Trata-se de uma única missão, em dois tempos; dois tempos de uma única história que se desenrola em ritmos alternos mas sincronizados. 

Não devemos contrapor a missão do Batista e a de Jesus.

A festa do nascimento de João Batista leva-nos a pensar no amor preveniente de Deus e na importância das suas preparações para o acolhermos devidamente e com fruto. Deus prepara o nascimento de João: um anjo anuncia a Zacarias que a sua mulher, idosa e estéril, vai ter um filho, cujo nascimento alegrará a muitos; inesperadamente, o nome da criança não é Zacarias, mas João, cujo significado é: “Deus faz graça”; João é enviado a preparar os caminhos do Senhor, o “ano de graça” do Senhor, a vinda de Jesus. Como o agricultor prepara o terreno antes de lhe lançar a semente, assim Deus prepara os tempos e os corações para receberem os seus dons. É por isso que havemos de viver vigilantes, de estar atentos à ação de Deus em nós e nos outros, para a sabermos discernir no meio dos acontecimentos humanos e nas mais variadas situações da nossa vida. João ajuda-nos a estarmos atentos a Jesus e ao que Ele quer fazer em nós e no nosso mundo. João acreditou e indicou Jesus aos que o seguiam: “depois de mim, virá alguém maior do que eu… Eis o Cordeiro de Deus!”

Por todas estas razões, a festa de hoje é um dia de alegria para a Igreja. E, todavia, João foi um profeta austero, que pregou a penitência com uma linguagem pouco amável: “Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da cólera que está para vir? Produzi, pois, frutos dignos de conversão e não vos iludais a vós mesmos, dizendo: ‘Temos por pai a Abraão!’” (Mt 3, 7-8). O profeta exortava a uma penitência que se torna alegria, alegria da purificação, alegria da vinda do Senhor.

A missão de João Batista é, de certo modo, a missão de todo o crente: preparar a vinda do Senhor, o que é mais do que simplesmente anunciar. É preciso por ao serviço de Jesus não só as nossas palavras, mas também a nossa vida toda.

 ORAÇÃO 

 S. João Batista, glorioso Precursor de Jesus, verdadeiro amigo do Esposo, ensinai-me o espírito de penitência e o amor da pureza para alcançar uma união, cada vez maior, com Jesus, o Salvador, e com Maria, sua Mãe. Ensinai-me a viver essa união em todos os momentos da minha vida, incluindo o meu apostolado em que procuro preparar, como vós, os caminhos do Senhor. Que a minha ternura por Jesus se torne, cada vez mais, semelhante à vossa. Ámen.

 

(Fonte: Portal dos Dehonianos)

EVANGELHO DO DOMINGO XIII TEMPO COMUM

ANO C
26 de junho de 2016

«Tomou a decisão de Se dirigir a Jerusalém. Seguir-Te-ei para onde quer que fores» 
Desde agora, o Evangelho apresenta Jesus a caminho da Paixão. Esta caminhada de Jesus é entendida, de maneira diversa, pelas várias pessoas que dela têm consciência ou que Jesus até convida a segui-l’O. Seja qual for a situação de cada um, só há uma atitude certa: seguir o Senhor, como fez Eliseu quando Elias o chamou, como fez S. Paulo e os outros Apóstolos, e todos aqueles, que, um dia chamados, souberam escutar a sua voz. 

EVANGELHO – Lc 9, 51-62 

Aproximando-se os dias de Jesus ser levado deste mundo, Ele tomou a decisão de Se dirigir a Jerusalém e mandou mensageiros à sua frente. Estes puseram-se a caminho e entraram numa povoação de samaritanos, a fim de Lhe prepararem hospedagem. Mas aquela gente não O quis receber, porque ia a caminho de Jerusalém. Vendo isto, os discípulos Tiago e João disseram a Jesus: «Senhor, queres que mandemos descer fogo do céu que os destrua?». Mas Jesus voltou-Se e repreendeu-os. E seguiram para outra povoação. Pelo caminho, alguém disse a Jesus: «Seguir-Te-ei para onde quer que fores». Jesus respondeu-lhe: «As raposas têm as suas tocas e as aves do céu os seus ninhos; mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça». Depois disse a outro: «Segue-Me». Ele respondeu: «Senhor, deixa-me ir primeiro sepultar meu pai». Disse-lhe Jesus: «Deixa que os mortos sepultem os seus mortos; tu, vai anunciar o reino de Deus». Disse-Lhe ainda outro: «Seguir-Te-ei, Senhor; mas deixa-me ir primeiro despedir-me da minha família». Jesus respondeu-lhe: «Quem tiver lançado as mãos ao arado e olhar para trás não serve para o reino de Deus».

 (Fonte: Educação Cristã – Arquidiocese de Braga)

EVANGELHO DO DOMINGO XII DO TEMPO COMUM

Ano C

19 de junho de 2016

«És o Messias de Deus. O Filho do homem tem de sofrer muito» 

S. Pedro, em nome de todos, reconhece e proclama a fé fundamental da Igreja: Jesus de Nazaré, o Filho do homem, é o Messias de Deus, o profeta anunciado desde os tempos antigos, o Ungido pelo Espírito Santo, o Enviado de Deus. É Ele que vem dar a vida pela salvação dos homens. Ele é, como na profecia da primeira leitura, Aquele que os homens trespassaram, mas cujo Coração aberto na Cruz é fonte de graça. Para ser seu discípulo, não há outro caminho senão o que Ele mesmo traçou. 

EVANGELHO – Lc 9, 18-24 

Um dia, Jesus orava sozinho, estando com Ele apenas os discípulos. Então perguntou-lhes: «Quem dizem as multidões que Eu sou?». Eles responderam: «Uns, dizem que és João Baptista; outros, que és Elias; e outros, que és um dos antigos profetas que ressuscitou». Disse-lhes Jesus: «E vós, quem dizeis que Eu sou?». Pedro tomou a palavra e respondeu: «És o Messias de Deus». Ele, porém, proibiu-lhes severamente de o dizerem fosse a quem fosse e acrescentou: «O Filho do homem tem de sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos príncipes dos sacerdotes e pelos escribas; tem de ser morto e ressuscitar ao terceiro dia». Depois, dirigindo-Se a todos, disse: «Se alguém quiser vir comigo, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz todos os dias e siga-Me. Pois quem quiser salvar a sua vida, há-de perdê-la; mas quem perder a sua vida por minha causa, salvá-la-á».
(Fonte: Educação Cristã – Arquidiocese de Braga)

FESTA DA PROFISSÃO DE  FÉ – 6.° ano – COMUNHÃO SOLENE

Hoje, domingo, os meninos e meninas do 6.° ano da catequese, professaram a sua Fé junto da comunidade paroquial.

A nossa primeira profissão de fé faz-se, por ocasião do Batismo.

Um dia receberam o Batismo e, desde há algum tempo, tem vindo a desenvolver a sua fé, pela oração, a participação na Eucaristia, e o amor ao próximo. 

Hoje afirmaram diante de todos a sua fé e o desejo de continuar a fazê-la crescer. Quando foram batizados, foram os pais e padrinhos que seguraram nas suas mãos o círio e proclamaram a fé em seu nome. 

Hoje, passados 6 anos de catequese, eles não os substituem. Foram eles que falaram. 

Assim, com “chama da vela acesa” fizeram, eles mesmos, a sua Profissão de Fé!

FESTA FINAL DE ANO CATEQUÉTICO

Terminamos mais um ano catequético louvando o Senhor, dizendo-lhe o quanto Lhe estamos gratos por tudo o que nos deu ao longo deste ano. Rezamos-Lhe com música e orações, recordando o que de mais belo se fez. 

Hoje, no concerto/oração percorremos os dez anos de catequese. 

Neste ano da Fé Anunciada vimos que a catequese também é missionária. Também ela tem uma missão em cada ano que vós percorrestes. Parece muito! Foste convidados a participar, cantando e louvando o Senhor recordando o caminho trilhado.

Sabem uma coisa muito bela? 

Ele está no meio de nós! 

Quem é esse que está no meio de nós e não o vemos com os nossos olhos? … 

É Jesus ressuscitado. Ele disse: “Sempre que se reunirem em meu nome, eu estarei no meio de vós”. Sim. Ele está aqui no meio de nós.

Lembrem-se do nosso primeiro encontro em que acolhemos, pela primeira vez, os mais pequeninos da nossa catequese? 

A Festa do Acolhimento marcou o início do novo ano catequético, um ano que chegou hoje ao fim!

Vamos todos de férias, mas não tiremos férias de Jesus! 

Continuemos a vir à missa todos os domingos para termos Jesus presente sempre nas nossas vidas!

FESTA DO ENVIO – 10.° ano

O Senhor chama e envia. Chama-nos a si e envia-nos aos seus. Chamou estes jovens, à escuta da sua Palavra, durante dez anos de Catequese, e agora envia-os, em preparação para o Crisma da missão e do testemunho. A Eucaristia é o lugar por excelência dos apelos de Deus e o ponto de partida da nossa missão. Para tal missão a eucaristia oferece não só a força interior, mas também, em certo sentido, o projeto de vida a construir. 

‘O Mestre manda dizer: O meu tempo está próximo; é em tua casa que quero celebrar a Páscoa com os meus discípulos!’ 

EVANGELHO DO DOMINGO XI DO TEMPO COMUM 

Ano C

12 de junho de 2016


«São-lhe perdoados os seus muitos pecados, porque muito amou» 

A pecadora de que nesta leitura se fala (e que não deve ser identificada nem com a irmã de Marta e de Lázaro, nem com Maria Madalena), é mais uma testemunha da misericórdia do Senhor, de que S. Lucas tanto gosta de falar. Toda a narração, que inclui, a certa altura, a pequena parábola do devedor perdoado, estabelece a ligação entre o amor e o perdão: o amor alcança o perdão, mas o perdão é fonte de amor. A resposta de Jesus a Simão deixa antever este duplo movimento. 

EVANGELHO – Lc 7, 36 – 8, 3 

Naquele tempo, um fariseu convidou Jesus para comer com ele. Jesus entrou em casa do fariseu e tomou lugar à mesa. Então, uma mulher – uma pecadora que vivia na cidade – ao saber que Ele estava à mesa em casa do fariseu, trouxe um vaso de alabastro com perfume; pôs-se atrás de Jesus e, chorando muito, banhava-Lhe os pés com as lágrimas e enxugava-Lhos com os cabelos, beijava-os e ungia-os com o perfume. Ao ver isto, o fariseu que tinha convidado Jesus pensou consigo: «Se este homem fosse profeta, saberia que a mulher que O toca é uma pecadora». Jesus tomou a palavra e disse-lhe: «Simão, tenho uma coisa a dizer-te». Ele respondeu: «Fala, Mestre». Jesus continuou: «Certo credor tinha dois devedores: um devia-lhe quinhentos denários e o outro cinquenta. Como não tinham com que pagar, perdoou a ambos. Qual deles ficará mais seu amigo?». Respondeu Simão: «Aquele – suponho eu – a quem mais perdoou». Disse-lhe Jesus: «Julgaste bem». E voltando-Se para a mulher, disse a Simão: «Vês esta mulher? Entrei em tua casa e não Me deste água para os pés; mas ela banhou-Me os pés com as lágrimas e enxugou-os com os cabelos. Não Me deste o ósculo; mas ela, desde que entrei, não cessou de beijar-Me os pés. Não Me derramaste óleo na cabeça; mas ela ungiu-Me os pés com perfume. Por isso te digo: São-lhe perdoados os seus muitos pecados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco se perdoa, pouco ama». Depois disse à mulher: «Os teus pecados estão perdoados». Então os convivas começaram a dizer entre si: «Quem é este homem, que até perdoa os pecados?». Mas Jesus disse à mulher: «A tua fé te salvou. Vai em paz». Depois disso, Jesus ia caminhando por cidades e aldeias, a pregar e a anunciar a Boa Nova do reino de Deus. Acompanhavam-n’O os Doze, bem como algumas mulheres que tinham sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades. Eram Maria, chamada Madalena, de quem tinham saído sete demónios, Joana, mulher de Cusa, administrador de Herodes, Susana e muitas outras, que serviam Jesus com os seus bens.

(Fonte: Educação Cristã – Arquidiocese de Braga)

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FESTA DAS BEM-AVENTURANÇAS – 7.° ano

Ontem, dia 7 de junho, foi a vez dos adolescentes do 7.° ano celebrarem a Festa das Bem-Aventuranças!

Que os Adolescentes descubram que o nosso Deus quer que todos os homens sejam felizes. Que nas Bem-aventuranças encontrem um caminho para a sua realização pessoal, como homens/mulheres e como cristãos.
Um “ Código de felicidade” uma “proposta de Felicidade” que lhes é oferecida por Jesus!

Parabéns a todos que participaram e viveram esta celebração tão bonita !

“SOU FELIZ”

FESTA DO COMPROMISSO – 9.° ano

Celebramos hoje o décimo Domingo do Tempo Comum.

A dimensão profética percorre a liturgia da Palavra deste domingo – em Elias, o profeta da esperança e da vida, em Paulo, o profeta do Evangelho recebido de Deus, e, particularmente, em Jesus, o grande profeta que visita o seu povo em atitude de total oblação.Assim, o grupo de Catequese do 9º ano, fizeram hoje, em comunidade, a Celebração do Compromisso. 
O catecismo tem por título – ‘O desafio de viver’ e entendemos isso como viver ao jeito de Jesus Cristo. 

É um dia de festa, pois sentimos a alegria de sermos cristãos no mundo de pluralismo religioso.


Um Compromisso de todos nós.

 O compromisso de seguir Jesus Cristo – Caminho, Verdade e Vida. Reunidos como os discípulos no Cenáculo esperamos o Espírito. O Espírito que é luz, fogo, força e alento.


Os sinais de maturidade são frutos do Espírito Santo. Estes são perfeições que o Espírito Santo forma em nós, como primícias da glória eterna. A Tradição da Igreja, inspirada num excerto da Carta aos Gálatas, enumera doze. Estes frutos do Espírito, quando estão presentes na nossa vida, tornam-nos responsáveis e adultos na fé.

Para recordarem o dia em que assumiram este compromisso receberam um Diploma e um porta-chaves como sinal da chave invisível que dão a Cristo.

EVANGELHO DO DOMINGO X DO TEMPO COMUM

ANO C

5 de junho de 2016

 

«Jovem, Eu te digo: levanta-te»

O poder de Deus, que já se revelava em Elias, manifesta-se, em toda a plenitude, em Jesus Cristo, o Filho de Deus, Ele é a fonte de toda a vida. Ao ressuscitar o filho da viúva de Naim, Jesus manifesta a sua bondade e poder, e anuncia já a sua própria Ressurreição. Ele veio a este mundo precisamente para vencer o poder da Morte e dar aos homens a Vida que não morre mais. Os que presenciaram o milagre reconheceram-n’O e proclamaram-n’O como Profeta.

 

EVANGELHO Lc 7, 11-17
Naquele tempo, dirigia-Se Jesus para uma cidade chamada Naim; iam com Ele os seus discípulos e uma grande multidão. Quando chegou à porta da cidade, levavam um defunto a sepultar, filho único de sua mãe, que era viúva. Vinha com ela muita gente da cidade. Ao vê-la, o Senhor compadeceu-Se dela e disse-lhe: «Não chores». Jesus aproximou-Se e tocou no caixão; e os que o transportavam pararam. Disse Jesus: «Jovem, Eu te ordeno: levanta-te». O morto sentou-se e começou a falar; e Jesus entregou-o à sua mãe. Todos se encheram de temor e davam glória a Deus, dizendo: «Apareceu no meio de nós um grande profeta; Deus visitou o seu povo». E a fama deste acontecimento espalhou-se por toda a Judeia e pelas regiões vizinhas.

 

 

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Fonte: 

Educação Cristã – Braga @educrisbraga

MAGNIFICAT – Regresso das Senhoras

Hoje festejamos a visita de Nossa Senhora à sua prima Santa Isabel.


EVANGELHO DE S. LUCAS (Lc 1, 39-45)
“Naqueles dias, levantando-se Maria, foi com pressa às montanhas, a uma cidade de Judá. Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel. Aconteceu que, logo que Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino saltou-lhe no ventre, e Isabel ficou cheia do Espírito Santo, e exclamou em alta voz: “Bendita és tu entre as mulheres, e bendito é o fruto do teu ventre. Donde a mim esta dita, que venha ter comigo a mãe do meu Senhor? Porque, logo que a voz da tua saudação chegou aos meus ouvidos, o menino saltou de alegria no meu ventre. Bem-aventurada a que acreditou, porque se hão-de cumprir as coisas que lhe foram ditas da parte do Senhor.”

Coloquemos a nossa imaginação no caminho percorrido por Maria a pé, desde Nazaré até às montanhas onde habitavam São Zacarias e Santa Isabel… E com os nossos olhos fixos na imagem dessa viagem, peçamos à nossa Mãe Celeste:

“Deus, nosso Pai, ao terminar o mês de maio, consagrado a Nossa Senhora, vossa e nossa Mãe, inspirai em nós uma confiança e um amor filial àquela que nos trouxe Jesus. E possamos com ela cantar: Minha alma engrandece o Senhor, e meu espírito exulta em Deus, meu Salvador, porque olhou para a humilhação de sua serva. Maria, nossa Mãe e Rainha que tanto nos deu e nos dá o exemplo da mais genuína caridade, serviço ao próximo, amor, santidade.”

Assim, no final da Eucaristia, voltaram as Senhoras aos respectivos lugares e capelas.

FESTA DA EUCARISTIA – PRIMEIRA COMUNHÃO

Os meninos e meninas do 3.º ano da catequese, reuniram-se juntamente com a comunidade paroquial em alegria na casa do Senhor, para participarem na celebração em que comungaram pela primeira vez Jesus na Eucaristia.

Este dia é para eles muito importante. É-o também, para os pais, que lhes deram a vida e a fé e que agora os veem a dar um passo muito importante no caminho da vida cristã.



 

 

Procissão de Velas

Em Ano da Misericórdia e na comemoração do 40.° aniversário da consagração da Paróquia das Marinhas ao Sagrado Coração de Maria, vamos testemunhar a nossa alegria e gratidão à Mãe do Céu. 

Temos muito a agradecer. 

Cada pessoa, cada família, cada criança… vamos louvar e pedir à Senhora a continuação do seu abraço maternal, o seu alívio para as dificuldades e a sua orientação para as nossas vidas. 

Hoje, na procissão de velas, já demos testemunho da nossa Fé e da nossa devoção.

Renovemos também, nos atos religiosos de amanhã, domingo, com particular devoção na procissão dos andores das Imagens de N.Sra veneradas em cada capela, a nossa consagração à Mãe Deus.


Procissão de Velas – Nossa Senhora de Fátima 

Apesar das condições climatéricas adversas, mantém-se a Procissão em Honra de Nossa Senhora e Eucaristia solene junto da Rotunda de Nossa Senhora de Fátima!


(Foto: Marinhas On-line http://4.bp.blogspot.com/-prOdeeubnlY/UANq2G1MP6I/AAAAAAAABXE/lB3Klc49Om0/s1600/P1020288.JPG)

EVANGELHO DO DOMINGO IX DO TEMPO COMUM

Ano C

29 de maio de 2016
Neste 9.° domingo do tempo comum, o Evangelho apresenta-nos a figura de um centurião romano que se dirige a Jesus para que salve o seu servo, que estava muito doente. É impressionante este relato em que o centurião, amigo dos judeus pois até lhes construiu a sinagoga, pede a alguns anciãos dos judeus para interceder junto de Jesus pela cura do servo a quem muito estimava. E quando Jesus se dirige para a sua casa, manda alguns amigos dizer para não entrar, pois basta-lhe a sua palavra para que aconteça a cura.
EVANGELHO – Lc 7, 1-10 

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas

 Naquele tempo, quando Jesus acabou de falar ao povo, entrou em Cafarnaum.Um centurião tinha um servo a quem estimava muito e que estava doente, quase a morrer. Tendo ouvido falar de Jesus, enviou-Lhe alguns anciãos dos judeus para Lhe pedir que fosse salvar aquele servo. Quando chegaram à presença de Jesus, os anciãos suplicaram-Lhe insistentemente: «Ele é digno de que lho concedas, pois estima a nossa gente e foi ele que nos construiu a sinagoga».Jesus acompanhou-os. Já não estava longe da casa, quando o centurião Lhe mandou dizer por uns amigos: «Não Te incomodes, Senhor, pois não mereço que entres em minha casa, nem me julguei digno de ir ter contigo. Mas diz uma palavra e o meu servo será curado. Porque também eu, que sou um subalterno, tenho soldados sob as minhas ordens. Digo a um: ‘Vai’ e ele vai, e a outro: ‘Vem’ e ele vem, e ao meu servo: ‘Faz isto’ e ele faz». Ao ouvir estas palavras, Jesus sentiu admiração por ele e, voltando-se para a multidão que O seguia, exclamou: «Digo-vos que nem mesmo em Israel encontrei tão grande fé». Ao regressarem a casa, os enviados encontraram o servo de perfeita saúde.

 

Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo

Ano C

26 de maio de 2016
«Comeram e ficaram saciados» 

Acolhendo todos quantos a Ele acorrem, Jesus liberta os homens pela Sua palavra e alimenta-os, abundantemente, no deserto.

O milagre da multiplicação dos pães não é apenas um sinal do Seu amor. Ele tem uma relação tão estreita com a Eucaristia que é logo a seguir à sua descrição que João nos dá o discurso sobre o Pão da Vida (Jo. 6, 1-13). 

O milagre da multiplicação dos pães é o anúncio e a preparação do Milagre Eucarístico, pelo qual o Senhor, através do sacerdócio ministerial, prefigurado no serviço dos discípulos encarregados de distribuir o pão, alimentará sobrenaturalmente, a humanidade. 

EVANGELHO – Lc 9, 11b-17 

Naquele tempo, estava Jesus a falar à multidão sobre o reino de Deus e a curar aqueles que necessitavam. O dia começava a declinar. Então os Doze aproximaram-se e disseram-Lhe: «Manda embora a multidão para ir procurar pousada e alimento às aldeias e casais mais próximos, pois aqui estamos num local deserto». Disse-lhes Jesus: «Dai-lhes vós de comer». Mas eles responderam: «Não temos senão cinco pães e dois peixes… Só se formos nós mesmos comprar comida para todo este povo». Eram de facto uns cinco mil homens. Disse Jesus aos discípulos: «Mandai-os sentar por grupos de cinquenta». Assim fizeram e todos se sentaram. Então Jesus tomou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos ao Céu e pronunciou sobre eles a bênção. Depois partiu-os e deu-os aos discípulos, para eles os distribuírem pela multidão. Todos comeram e ficaram saciados; e ainda recolheram doze cestos dos pedaços que sobraram.

EVANGELHO DA SOLENIDADE DA SANTÍSSIMA TRINDADE

ANO C
22 de maio de 2016

«Tudo o que o Pai tem é meu. O Espírito receberá do que é meu, para vo-lo anunciar» 
No decorrer de toda a Sua vida, Jesus foi dando a conhecer aos Apóstolos, de maneira progressiva, mas muito concreta, as Suas relações com o Pai e o Espírito Santo, introduzindo-os assim no mistério de Deus uno e trino. Ao terminar a Sua missão, promete-lhes o Espírito Santo, como guia seguro, no tempo da Sua ausência. Espírito de verdade, Ele manterá vivo o ensinamento de Jesus, através dos séculos; Ele ajudará os discípulos a aprofundar a Revelação de Jesus, Palavra definitiva do Pai (Jo. 1, 12; 18). 

Aceitando este dom de Deus, o Espírito enviado por Cristo, para nos iluminar, vivificar e divinizar, nós recebemos a salvação, que não é simples libertação do pecado, mas sim inserção na vida trinitária – inserção que só será perfeita na eternidade. 
EVANGELHO Jo 16, 12-15 

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Tenho ainda muitas coisas para vos dizer, mas não as podeis compreender agora. Quando vier o Espírito da verdade, Ele vos guiará para a verdade plena; porque não falará de Si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará o que está para vir. Ele Me glorificará, porque receberá do que é meu e vo-lo anunciará. Tudo o que o Pai tem é meu. Por isso vos disse que Ele receberá do que é meu e vo-lo anunciará»

Terço Missionário e Eucaristia

No início do novo Ano Pastoral fomos desafiados com as palavras de Jesus – “Assim como Eu fiz, fazei vós também” (Jo 13, 15) tiradas do Evangelho de São João, a viver Ano da Fé Anunciada, o ano por excelência dedicado à Missão.

Fomos incitados a “Anunciar a alegria do Evangelho; a Viver como discípulos missionários e dar vida aos movimentos e a propor a todos uma Iniciação Cristã exigente e atrativa”.

Neste mês de maio, em pleno período pós Pascal e vivendo a alegria da Ressurreição e da vinda do Espírito Santo, quisemos, todos nós – Sr. Reitor, catequese, catequistas, pais/encarregados de educação e restantes membros da nossa comunidade, rezar a mais bela das orações, o terço. 

Desde os mais pequeninos do 1º ano aos mais velhos do 10º ano da nossa catequese, neste Ano da Fé Anunciada, como verdadeiros missionários, rezamos pela humanidade passando pelos continentes de África, América, Europa, Oceânia e Ásia.

Depois da recitação do terço, celebramos a Eucaristia, mais concretamente a Solenidade da Santissima Trindade.

A Solenidade que hoje celebrámos não é um convite a decifrar a mistério que se esconde por detrás de “um Deus em três pessoas”; mas é um convite a contemplar o Deus que é amor, que é família, que é comunidade e que criou os homens para os fazer comungar nesse mistério de amor. 

No Evangelho de hoje, São João convoca-nos a contemplar o amor do Pai, que se manifesta na doação e na entrega do Filho e que continua a acompanhar a nossa caminhada histórica através do Espírito. A meta final desta “história de amor” é a nossa inserção plena na comunhão com o Deus/amor, com o Deus/família, com o Deus/comunidade.

TERÇO MISSIONÁRIO – CATEQUESE

Queridos catequizandos e encarregados de educação!

Estamos no mês de Maio, mês por excelência dedicado a Maria, Nossa Mãe e Mãe de Jesus. Neste ano da Fé Anunciada, a Catequese, dando testemunho da sua missão, irá hoje, sábado, pelas 17.00h, na nossa Igreja, prestar devoção  a Nossa Senhora, com a recitação do terço ao vivo. Logo de seguida, será celebrada a Missa vespertina.

Inicialmente estava previsto que recitássemos o terço junto da rotunda (Imagem de Nª Srª de Fátima com os três Pastorinhos), mas devido às condições climatéricas será na Igreja! 

Contamos convosco!

VIGÍLIA DE PENTECOSTES 

Há momentos, estivemos para rezar. 

À mesma hora, outros jovens, homens e mulheres, passeavam pelas ruas da cidade, aceleravam as suas motos e os seus carros nas estradas, preparavam-se para dar um pé de dança no barulho ensurdecedor da discoteca… ou estavam comodamente instalados no conforto das suas casas. 

Nós preferimos parar, sintonizar “a onda” do Espírito de Deus, encontrar abrigo junto de Deus e uns dos outros, deixar-nos envolver pela paz e alegria que só o encontro profundo com Deus e com os irmãos podem dar.
Nesta noite, até o sono pode espreitar, mas o nosso coração não dorme.

É noite de vigília. 

Vigília para observar o mundo à nossa volta, tantas vezes marcado por inúmeras situações de injustiça e de pecado, por tanta falta de esperança, de fé e de amor. 

Vigília para escutar a Palavra de Deus e abrir o nosso coração à presença do Espírito. 

Vigília para nos colocarmos prontamente ao serviço de Jesus e do Seu Reino, que nos envia como comunicadores de esperança, de fé e de amor.

Deixemo-nos envolver pela paz e pelo Espírito de Deus que quer fazer moradia no nosso coração.
Bem haja ao Grupo de Jovens sem Fronteiras da nossa paróquia (e aos jovens das outras paróquias que quiseram vir partilhar o momento de oração connosco) e a todos aqueles que estiveram presentes!

Nossa Senhora de Fátima – 13 de maio 

«Quereis oferecer-vos a Deus?»

Em maio de 1917, a Senhora cheia de graça anuncia-se transbordando a luz de Deus, na qual os videntes se reveem «mais claramente que nos vemos no melhor dos espelhos». Na experiência mistagógica da luz que emana das mãos da Senhora, os pequenos pastores são preenchidos por uma presença que se grava indelevelmente no seu íntimo e os sagra testemunhas proféticas da misericórdia de Deus que, desde o fim da história, ilumina o enredo do drama humano.

O segredo que em Fátima se dá é precisamente revelação do mistério humano à luz de Deus. Nas imagens que se sucedem no olhar de Jacinta, Francisco e Lúcia, oferece-se a síntese do drama difícil da liberdade humana. A visão do inferno é memorial de que a história se abre sobre outros horizontes, mais definitivos do que o imediato, e que Deus anseia tanto por esse encontro escatológico em que a pessoa é recuperada para o amor quanto preza a sua liberdade. Assim também, a visão da Igreja mártir – que, encabeçada pelo bispo vestido de branco, atravessa as ruínas da grande cidade, carregando o seu sofrimento e a sua oração, para se prostrar, por fim, diante da Cruz – evoca uma história humana sufocada nas ruínas dos seus confrontos e dos seus egoísmos, e uma Igreja que carrega essas ruínas, qual via crucis, para se entregar finalmente a Deus em dom total, diante da Cruz – símbolo do dom total do próprio Deus. Essa Igreja é semente de um outro jeito de vida cheio de graça, à imagem do Coração Imaculado de Maria. O coração daquele que se consagra a Deus é imaculado pela sua misericórdia e, por ela, ungido em missão. O segredo que em Fátima se dá é revelação da confiança de que, por fim, este Coração Imaculado cheio de graça triunfará.

O jeito crente do Coração Imaculado oferece-se como oração e como sacrifício.

A Senhora do Rosário convoca insistentemente os videntes à oração, esse lugar de encontro em que se enraizará a sua intimidade com Deus. Os traços concretos da oração pedida em Fátima são os do rosário, recordado pela Senhora em cada uma das seis aparições, sob o signo da urgência. Nesta pedagogia humilde da fé orante, o crente é convocado a acolher os mistérios do dom maior do Cristo no seu coração e a deixar-se interpelar pelo seu amor que redime as feridas da liberdade humana. Que o rosário seja apontado como caminho para a paz é sinal de que o acolhimento do Verbo enche de graça o coração humano, cativo do egoísmo e da violência, e pacifica a história com a coragem dos humildes.

(…)


Fonte: http://www.fatima.pt/pt/pages/o-acontecimento-de-fatima

Imagens: http://encontrocomcristo.com.br/novena-de-nossa-senhora-de-fatima/
http://radiofatimaweb.com/default.php?pagina=contato.php

Evangelho da Solenidade de Pentecostes 

Ano C
15 de maio de 2016

«Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós: Recebei o Espírito Santo» 

Com a Páscoa, inicia-se a nova Criação. E, como na primeira, também agora o Espírito Santo está presente, a insuflar aos homens, mortos pelo pecado, a vida nova do Ressuscitado. Jorrando do Corpo glorificado de Cristo, em que se mantêm as cicatrizes da Paixão, o Sopro purificador e recriador do mesmo Deus, comunica-se aos Apóstolos. Apodera-se deles, a fim de que possam prolongar a obra da nova Criação, e assim a humanidade, reconciliada com Deus, conserve sempre a paz alcançada em Jesus Cristo. 

EVANGELHO Jo 20, 19-23 

Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam, com medo dos judeus, veio Jesus, apresentou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor. Jesus disse-lhes de novo: «A paz esteja convosco. Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós». Dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo: àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados; e àqueles a quem os retiverdes ser-lhes-ão retidos».

Peregrinação à Sr.ª da Guia – Transmissão Direta Esposende Serviços 

Transmissão Direta Esposende Serviços TV / Norte Mais TV
Peregrinação Arciprestal à Senhora da Guia em Belinho-Esposende, Domingo dia 15 de Maio, a partir das 10.00h.
Vídeo promocional:

No domingo acompanhe a transmissão em direto em:

http://www.esposendeservicostv.com

http://www.nortemaistv.com 

Ou nos canais da MEO 680650 ou 272737

PEREGRINAÇÃO ARCIPRESTAL SENHORA DA GUIA

PEREGRINAÇÃO ARCIPRESTAL SENHORA DA GUIA 

A preparação da peregrinação arciprestal ao monte de Nossa Senhora da Guia teve o seu início no passado dia 30 de abril quando o andor de Nossa Senhora chegou à nossa paróquia.

 

No domingo, dia 8 de maio, o andor regressou a Belinho acompanhado por peregrinos em bicicleta, motas e automóveis.

Foi uma grande demonstração de Fé e nem a chuva nos demoveu! 

 

 

A peregrinação ao monte da Senhora da Guia realiza-se no próximo domingo, dia 15

A concentração dos peregrinos será feita no adro da igreja paroquial de Belinho, às 9h30 para, às 10h00, peregrinarmos em direção ao alto do monte, onde será celebrada Missa campal presidida pelo nosso Arcebispo Primaz, D. Jorge Ortiga.

Este ano será a paróquia das Marinhas a responsável por toda a orientação litúrgica da peregrinação.

Queremos, desta forma, assinalar o 40.º aniversário da Consagração das Marinhas aos Sagrados Corações de Jesus e de Maria. 

Contamos com a colaboração de todos. E Nossa Senhora será a nossa GUIA.

 

 

FESTA DA FAMÍLIA

No domingo, os meninos e as meninas do 1.° ano da catequese festejaram a FESTA DA FAMÍLIA.

Assim, ficaram a saber que ao celebrarmos a Festa da Família estamos a renovar a nossa fé e a alimentarmos o nosso espírito com a paz e ternura que Jesus nos traz, para seguirmos cada dia mais unidos pelo amor de Deus.

Nós queremos viver um ambiente familiar muito mais profundo e abençoado.

Estamos felizes, pois Jesus renasceu nos nossos corações, nas nossas vidas, dentro do nosso lar.
Como é bom sermos família.

Jesus quis ter uma.

Como é bom unirmo-nos com o coração cheio de alegria para acolher Jesus, no aconchego do nosso lar.
Nós somos muito amados por Deus. Ele deu-nos o Seu Filho, e nós conhecemo-lo pela graça de sermos cristãos e partilharmos o amor.

 

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FESTA DO PAI-NOSSO

“Tal como um pai trata cada um dos seus filhos, também a cada um de vós, encorajámos e advertimos a caminhar de maneira digna de Deus, que vos chama ao seu reino e à sua glória”!

 (I Tes 2,11-12) 
No sábado, os meninos do 2.° ano da Catequese, celebraram a FESTA DO PAI-NOSSO.
O Pai-Nosso é chamado «Oração dominical» ou «Oração do Senhor».  
Tal «significa que a prece dirigida ao Pai-Nosso nos foi ensinada e transmitida pelo Senhor Jesus.  

«As primeiras comunidades cristãs rezavam a Oração do Senhor “três vezes por dia”» (CIC 2767).  
Um dia os amigos de Jesus pediram-lhe que os ensinasse a rezar. E Jesus ensinou-lhes uma oração breve, dirigida ao Pai do Céu, que continua a ser hoje a melhor oração dos cristãos.  
As nossas crianças já conhecem essa oração e estão, com toda a certeza, dispostos a continuar a rezá-la cada vez com mais dedicação. 

EVANGELHO DA SOLENIDADE DA ASCENSÃO DO SENHOR

ANO C
8 de maio de 2016

«Enquanto os abençoava, foi elevado ao Céu» 

A glorificação de Jesus começou na manhã de Páscoa, quando, triunfando do pecado e da morte, nos alcançou a vida plena. Porém, a subida de Jesus ao Céu, descrita de modo humano, de harmonia com a concepção antiga do universo, é a posse definitiva e total da glória, que já Lhe pertencia, pela Paixão e Ressurreição. 

A glorificação de Jesus é também a glorificação da humanidade. Com efeito, pelo perdão dos pecados, prometido a todos os povos, nós participamos da vida do Ressuscitado, tornamo-nos membros do Seu Corpo místico, destinados à mesma glória da Cabeça. Reconfortados por esta certeza, fortificados pelo Espírito Santo, colaboremos para que a obra de Cristo atinja todos os homens. 
EVANGELHO Lc 24, 46-53 

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Está escrito que o Messias havia de sofrer e de ressuscitar dos mortos ao terceiro dia e que havia de ser pregado em seu nome o arrependimento e o perdão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. Vós sois testemunhas disso. Eu vos enviarei Aquele que foi prometido por meu Pai. Por isso, permanecei na cidade, até que sejais revestidos com a força do alto». Depois Jesus levou os discípulos até junto de Betânia e, erguendo as mãos, abençoou-os. Enquanto os abençoava, afastou-Se deles e foi elevado ao Céu. Eles prostraram-se diante de Jesus, e depois voltaram para Jerusalém com grande alegria. E estavam continuamente no templo, bendizendo a Deus.

ADIADO o acompanhamento do andor de Nossa Senhora da Guia

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O acompanhamento do andor de N.ª Sr.ª da Guia agendado para o dia de hoje (7.05.2016) fica adiado para o dia de amanhã, 8.05.2016, para as 17h30.Pelas 16h iniciaremos com terço, seguido de eucaristia e no final acompanharemos o andor de N.ª Sr.ª da Guia até Belinho.

VIGÍLIA DE PENTECOSTES

“A Deus nunca ninguém o viu; se nos amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós e o seu amor chegou à perfeição em nós. Damos conta de que permanecemos nele, e Ele em nós, por nos ter feito participar do seu Espírito.”  (1 Jo 4,12-13)

O Grupo de Jovens sem Fronteiras da nossa Paróquia convida todos os paroquianos (principalmente os jovens catequizandos  bem como os jovens crismados no passado dia 30 de abril) para a Vigília de Pentecostes na nossa Igreja, no próximo dia 14 de maio às 21.45h!

Contamos convosco!

 

 

CONVITE – PASTORAL DA FAMÍLIA 

A Pastoral da Família da nossa Paróquia convida todos os paroquianos para uma pequena sessão de cinema que terá lugar no Salão Paroquial, na próxima sexta-feira, dia 6 de maio, pelas 21.30h.

Desta forma, celebraremos  o mês da Mãe (01/05) e o mês da Família (15/05).

Apareçam!!

Acompanhamento da imagem de N.ª Sr.ª da Guia desde Marinhas até Belinho

No próximo sábado, às 19h30, vamos todos acompanhar o andor de Nossa Senhora da Guia até Belinho. 

A concentração será na Igreja paroquial de Marinhas, seguindo-se de bicicleta/moto/automóvel até Belinho, subindo a S. João, Rua da Ponte Nova, Rua da Estrada Velha, Estrada Real (Mar), Rua Marco do Rei, Rua Padre Almeida (Belinho) e chegada à Igreja de Belinho.

DIA DA MÃE 

Celebramos hoje o VI Domingo da Páscoa.

Na liturgia deste domingo sobressai a promessa de Jesus de acompanhar de forma permanente a caminhada da sua comunidade em marcha pela história: não estamos sozinhos; Jesus ressuscitado vai sempre ao nosso lado.

A primeira leitura apresenta-nos a Igreja de Jesus a confrontar-se com os desafios dos novos tempos. Animados pelo Espírito, os crentes aprendem a discernir o essencial do acessório e actualizam a proposta central do Evangelho, de forma que a mensagem libertadora de Jesus possa ser acolhida por todos os povos. Jesus diz aos discípulos como se hão-de manter em comunhão com Ele e reafirma a sua presença e a sua assistência através do “paráclito” – o Espírito Santo.

Hoje, neste dia tão especial, queremos homenagear as nossas mães.

Queremos rezar por elas e pedir ao Senhor que as abençoe por terem aceite tão nobre e profunda missão.

Por todas as mães, vai todo o nosso carinho e profundo reconhecimento.

CRISMADOS 2016

Hoje, na Igreja Paroquial de Vila Chã, 48 jovens da nossa Paróquia, receberam pelas mãos do nosso Arcebispo D. Jorge Ortiga, o Sacramento da Confirmação!

Tal como D. Jorge disse: “que hoje não seja o final, mas o início de uma etapa! Sejam os discípulos que escutam e levam a palavra aos outros!”

Votos de Felicidades e cá vos esperamos para integrarem os diversos movimentos existentes na nossa Paróquia!

Crismandos (10° ano – 2014-2015)

Hoje, os Crismandos que, no próximo sábado, dia 30 de abril, irão receber o Sacramento da Confirmação, tiveram um momento de reflexão seguido da Celebração do Sacramento da Reconciliação.

Às vezes, a nossa relação com Deus enche-se de lágrimas. 

Há momentos em que nos damos conta de como estamos longe d’Ele. 

E começa a doer-nos o coração por O termos rejeitado. 

Já não é sentimento de culpa nem vergonha pelo pecado. 

É tristeza por termos perdido tempo e a vida longe deste Deus que nos ama tão fortemente.

Evangelho do Domingo VI da Páscoa 

Ano C
1 de maio de 2016
«O Espírito Santo vos recordará tudo o que Eu vos disse» 
Ao terminar o primeiro discurso de despedida, após a Ceia, Jesus promete aos Seus discípulos o Espírito Santo, que lhes fará compreender, perfeitamente, a Sua mensagem, os ajudará a viver o Evangelho em todas as circunstâncias e os manterá em comunhão com Deus e os irmãos, de modo a gozarem sempre aquela paz, que em si encerra todos os bens messiânicos. 

Seguros da presença do Espírito Santo na Igreja e nas suas almas, os cristãos podem, portanto, manter-se confiantes e alegres, por maiores que sejam as transformações por que passe a sociedade e por maiores que sejam as dificuldades que a Igreja conheça. 

EVANGELHO – Jo 14, 23-29 
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Quem Me ama guardará a minha palavra e meu Pai o amará; Nós viremos a ele e faremos nele a nossa morada. Quem Me não ama não guarda a minha palavra. Ora a palavra que ouvis não é minha, mas do Pai que Me enviou. Disse-vos estas coisas, estando ainda convosco. Mas o Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos recordará tudo o que Eu vos disse. Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz. Não vo-la dou como a dá o mundo. Não se perturbe nem se intimide o vosso coração. Ouvistes que Eu vos disse: Vou partir, mas voltarei para junto de vós. Se Me amásseis, ficaríeis contentes por Eu ir para o Pai, porque o Pai é maior do que Eu. Disse-vo-lo agora, antes de acontecer, para que, quando acontecer, acrediteis».